Transplante Capilar

Diferença FUE X FUT

por Dr. Fernando Mattioli

Diferença FUE X FUT

Esta técnica chamada FUE é a cirurgia de transplante capilar sem corte. Uma maravilha de técnica que poucos Cirurgiões realizam. No Transplante Capilar Brasil, nosso Diretor Geral, o Cirurgião Plástico Dr. Fernando Mattioli, um dos pioneiros no Brasil na técnica FUE realiza exclusivamente esta técnica, com grande experiência e somente com materiais importados que você vai conhecer aqui no site.

 

Qual são as diferenças desta técnica FUE (sem corte) para a técnica FUT (com corte)?

Na técnica FUE sem corte o Dr. Fernando Mattioli retira os cabelos da região doadora (nuca) com um aparelho importado dos EUA chamado Safe System ou utiliza um Robô também Americano chamado Artas, portanto não faz corte e não dá pontos como na técnica FUT que se retira uma faixa de pele do couro cabeludo.

Então, neste texto, de autoria do experiente Cirurgião Plástico Dr. Fernando Mattioli membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da International Society of Hair Restoration Surgery, entidade soberana em Transplante capilar nos EUA, você entenderá quais são as inúmeras vantagens da técnica FUE (sem corte) sobre a FUT com corte.

 

Quais são as desvantagens da técnica com corte (FUT) e as vantagens da técnica FUE (sem corte)?

A técnica FUT (com corte) não realizamos pelos seguintes motivos:

  1. O corte realizado na FUT (com corte) pode ficar alargado com falha de cabelos, o que não ocorre na FUE (sem corte). Alguns médicos mostram casos bons de
  2. Na FUT (com corte) pode diminuir temporariamente ou definitivamente a sensibilidade local o que não ocorre na FUE (sem corte).
  3. Na FUT (com corte) a pele retirada (faixa de couro cabeludo) é entregue a várias enfermeiras, que mesmo com ano de experiência realizam o corte do cabelo no microscópio sem serem vigiadas pelo Cirurgião. Muitas vezes lesam o cabelo, pois estão cortando os fios com lâminas de bisturi ou gilette. Isso não acontece na FUE (sem corte), pois quem realiza a retirada de todos os fios e sua colocação é exclusivamente o Cirurgião Plástico.
  4. Na FUT (com corte) a faixa retirada (pele do couro cabeludo) é entregue as enfermeiras que olham no microscópio e enxergam com nasce os cabelos. Ou seja, os cabelos nascem com 1 fio, 2 fios bem juntos, 3 fios bem juntos ou 4 fios bem juntos. Quando as enfermeiras enxergam no microscópio um conjunto de fios, por exemplo 4 fios quase juntos elas tem que decidir sozinha, sem os olhos do Cirurgião se aquilo que elas estão enxergando se trata mesmo de 4 fios juntos ou 2 fios juntos de um lado e 2 fios juntos do outro lado. Se for 4 fios juntos (que nasceram juntos, um quadrigêmeos) e a enfermeira decidir que não se trata de 4 fios e sim de 2 fios e outros 2 fios separados e corta-los ao meio, a chance dos 4 fios morrerem é imensa. Visto que tem vasos nutridores comuns. Na técnica FUE (sem corte) isso não acontece, pois quem decide quais são os fios que devem ser retirados juntos ou separados é o próprio Cirurgião Plástico. Ou seja, na técnica FUE (sem corte) o único que controla e decide o que fazer no transplante capilar é o Cirurgião Plástico que está executando a Cirurgia.
  5. Na FUT (com corte) pela retirada da faixa de pele ocorre uma diminuição da elasticidade da região da nuca. O que não ocorre na técnica FUE (sem corte)
  6. Na FUT (com corte) o Cirurgião Plástico não escolhe os cabelos, pois a faixa de pele é retirada no meio da nuca e os cabelos que iram ser transplantados são aqueles cabelos que estão na faixa, nada mais. Se nesta faixa tiverem mais cabelos de 2 unidades e menos de 3 e 4, serão estes mesmo que serão transplantados. Isso não acontece na técnica FUE (sem corte). Pois o Cirurgião Plástico Dr. Fernando Mattioli escolhe em uma extensa área doadora quais são os locais que contém fios de maior densidade. Ou seja, escolhe poucos fios de 1, poucos de 2 e muitos vai à procura de mais fios de 3 e 4 para dar uma maior densidade a área de calvície.
  7. Na FUT (com corte), por mais que as enfermeiras possam cortar muito pequeno, os fios não cabem em um revolucionário dispositivo que utilizamos para fazer o transplante capilar FUE (sem corte), o Lion Implanter. O Lion Implanter é semelhante a uma caneta, que quando se retira o fio, ele é colocado neste dispositivo que permite colocar o fio em uma angulação precisa na área da calvície e o mesmo diâmetro de retirada do fios com micropunch descartável importado é o diâmetro do dispositivo Lion Implanter que implanta o cabelo. Com isso a naturalidade da técnica FUE (sem corte) realizada com Lion Implanter é superior a outros dispositivos usados para transplantar enxertos (fios) maiores. Muitos Cirurgiões utilizam para criar os orifícios na área de calvície, agulhas comuns de injeção ou até mesmo lâminas de bisturi convencionais. O que pode criar cicatrizes inestéticas ou mudança de direção dos fios durante a cicatrização. O experiente Cirurgião Plástico Dr. Fernando Mattioli realiza exclusivamente a técnica FUE (sem corte) com o dispositivo importado dos EUA, Lion Implanter e os micropunch importados também dos EUA, e descartáveis o que permite uma maior segurança aos nossos pacientes.
  8. A técnica FUT (com corte) diminui a elasticidade da nuca. E existe grande possibilidade de ficar alargada e com falhas de cabelo. Porém em alguns casos, apesar da presença da cicatriz ela ficou boa. Mas caso o paciente necessite de uma segunda sessão já tendo uma cicatriz de FUT (com corte) como a elasticidade estará diminuída, a dificuldade de nova retirada de faixa é real. E caso seja realizada uma segunda retirada de faixa a possibilidade de alargamento de cicatriz e falha de cabelo é imensa. O que não acontece com a técnica FUE (sem corte), pois nesta técnica não há cicatriz linear, e não há diminuição de elasticidade. Os cabelos que estamos visualizando na técnica FUE (sem corte) na sessão atual, são os cabelos que já nasceram e eles serão retirados na salpicados, tira 1 pula 3. Porém existem cabelos que ainda não nasceram, não tem nem mesmo raiz, pois ainda são células. E este cabelo que ainda não nasceu vai nascer e repovoar a área doadora novamente, permitindo novas sessões da técnica FUE (sem corte).
  9. A técnica FUT (com corte) dá inúmeros pontos, tanto internos quanto externos que necessitam ser retirados. Diferente na técnica FUE (sem corte) onde micro orifícios de 0,8 a 0,9 mm não há necessidade de pontos, pois fecham sozinhos, semelhante quando retiramos sangue para exame, dentro de 7 em média se tornam imperceptíveis.
  10. A técnica FUT (com corte) dói, pois houve corte e pontos. Diferente da FUE (sem corte), pois como não houve corte linear a sensação pós-operatório vai de um desconforto leve até mesmo ausência total de sintomas com analgésicos comuns.
  11. A técnica FUT (com corte) é mais rápida. Mas isso não garante bons resultados. Pelo contrário. A técnica FUT (com corte) é mais rápida, pois quem opera não é somente o Cirurgião e sim o Cirurgião e as enfermeiras. Pois o corte dos fios no microscópio também faz parte da Cirurgia. Portanto, Dr. Fernando Mattioli acredita que a responsabilidade do Transplante Capilar em todo o momento do ato operatório deve ser exclusivamente do Cirurgião como ocorre na técnica FUE (sem corte) e não delegar a função de cortar fios a terceiros durante a sua Cirurgia de Transplante capilar, como ocorre na técnica FUT (com corte). No Instituto Mattioli de Cirurgia Plástica nossa megasessão ou gigassessão dura em média de 8 as 16 horas em dois dias consecutivos. Com todo este tempo otimizamos a área doadora do paciente. O número de fios depende do número de fios por cm2 na área doadora de cada paciente e é estimado através de um aparelho digital e computadorizado chamado densitômetro durante a consulta médica.
  12. A técnica FUT (com corte) tem maiores possibilidades de lesão dos fios que a técnica FUE (sem corte) nas mãos de Cirurgiões Plásticos experientes na técnica FUE, utilizando micropunch importados de excelente qualidade. Isso porque na técnica FUT (com corte) não é todo o procedimento que está na mão do médico (Cirurgião), pois parte deste procedimento, ou seja, o corte dos fios na faixa com o microscópio não é realizada pelo Cirurgião e sim pelas enfermeiras. O que não acontece com a técnica FUE (sem corte) que é executada em todos os seus passos exclusivamente pelo Cirurgião Plástico e sendo este experiente a possibilidade de lesão é muito pequena visto seu treinamento exaustivo na execução das técnicas cirúrgicas.

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